sábado, 15 de agosto de 2009

Tempus Edax Rerum

A mata sumiu. Restam-me os campos vastos de branca imensidão; e solidão. Agora, as águas dormem em silêncio e não trazem quem eu quero e preciso rever. Estou só porque sou estúpido: o resto é lembrança. O passado continua a existir; o futuro é imaginação.

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